Natalícios dias
Meu presente de Natal.
Assumo minha incompetência de escrever sobre o Natal, permito-me na véspera descortinar a janela, dar vazão ao que a alma me diz.
Eu queria viver todos os dias como quem renasce, feito planta, deu chuva, brota verdinha, renovada, viver sem pendência, não tendo certeza do novo gole de ar. Eu queria não levar tão à sério os mal-educados de plantão, aqueles…


